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domingo, 30 de dezembro de 2012

Simulador de câmera fotográfica

Sabemos que muitas pessoas que leem artigos a respeito de técnicas de fotografia ainda não tiveram a oportunidade de adquirir uma DSLR para que possam colocar em prática tudo aquilo que já leram.
Vai aqui uma mega dica muita divertida a interessante. Um simulador de máquina fotográfica.

Este serviço é um simulador bastante realista de uma câmera SLR, com os controles manuais e o fotômetro, para que você possa treinar os seus conhecimentos. E mesmo que você possua uma SLR, vale a pena reaprender alguns conceitos que já foram passados com essa divertida ferramenta online.

Acessem: 
http://camerasim.com/camera-simulator/

O que é ISO ?

Atualmente quase por uma totalidade as câmeras fotográficas possuem uma função muita conhecida, ISO.Os antigos filmes fotográficos também vinham com essa informação marcada na caixa, chamado também de ASA. Mas, para que exatamente serve o ISO, e como é possível tirar melhores fotografias usando adequadamente este recurso?


Responder a primeira pergunta pode, à primeira vista, parecer bem simples. ISO é a sensibilidade do filme (ou no caso da fotografia digital, do sensor) à luz. Quanto menor o número, menor é essa sensibilidade. Consequentemente, é preciso muito mais luz para a fotografia ficar clara. Se o ISO é aumentado, a sensibilidade do filme, ou sensor, aumenta também e com menos luz é possível captar a cena desejada.
Porém, existem consequências. Um ISO baixo capta pouca luz, porém quase não apresenta ruído (aqueles pontinhos granulados, geralmente nas áreas mais escuras da foto) e os contornos ficam mais nítidos. Já um ISO maior, apesar de permitir fotografar com pouca luz, gera um ruído perceptível e prejudica a nitidez dos detalhes, o que pode arruinar uma boa fotografia. Veja a comparação:




Use o ISO ao seu favor

Agora que você já sabe o que é, é preciso aprender a controlar essa ferramenta, para garantir as melhores fotografias. Antes de tudo, é preciso lembrar que, se você usar um ISO baixo em um ambiente com pouca luz e quiser uma imagem clara, o obturador da câmera precisa ficar mais tempo aberto, e as chances da imagem ficar tremida são bem maiores.
Uma maneira de descobrir o melhor número ISO para cada situação é respondendo a algumas perguntas simples, sobre quatro fatores essenciais: iluminação, propósito, apoio e movimento.

A iluminação é suficiente?




A primeira delas é quanta luz você tem no ambiente. Pense em uma escala: durante o dia, com sol forte e em ambiente aberto, seria um extremo da escala. Já um ambiente fechado e com pouca iluminação, como um teatro apenas com as luzes do palco ou um barzinho à meia luz, seria o outro extremo. Quando mais luz, menor pode ser ISO. Com pouca luz, use um ISO maior.
Não é uma regra, porém é quase certo que ambientes fechados tenham uma iluminação média ou baixa. Isso acontece porque raramente as luzes instaladas neste tipo de lugar vão conseguir simular a luz solar. Essa é a pergunta principal a se fazer, portanto gaste um tempo fazendo testes em diferentes ambientes para se habituar a esta variável.


A fotografia pode conter ruídos?








Saber o propósito da foto ajuda muito na hora de decidir o número ISO a ser usado. Por exemplo, imagens profissionais não podem apresentar ruídos, portanto o mais certo a se fazer é usar o menor ISO possível e uma iluminação reforçada. Por outro lado, fotografias caseiras não precisam necessariamente ser perfeitas, e um pouco de ruído não estragaria o seu propósito.
Outro ponto a ser analisado é o uso do flash. Muitas situações pedem que você não use o flash, para poder obter uma fotografia mais bonita. Além disso, museus, igrejas e outros ambientes parecidos obrigam a não utilização deste artificio.




Pense sempre no uso que você fará da imagem, e se uma fotografia granulada estraga isso. Se a resposta para essa questão for afirmativa, use um ISO baixo. Se não, pode contar com a ajudinha dessa ferramenta e usar um ISO um pouco maior.

Existe tripé ou apoio para a câmera?

Como o uso de um ISO baixo em ambientes com pouca luz acarreta na necessidade de uma velocidade menor para o obturador e, consequentemente, mais tempo com ele aberto, é possível que fotografias assim fiquem borradas e tremidas. Para contornar isso, um tripé pode ser a solução.




Se você possui um tripé, pode deixar a máquina parada o tempo necessário para o sensor, ou filme, captar a quantidade de luz necessária, e isso faz com que seja possível usar o ISO mais baixo e preservar a qualidade da imagem. Não precisa ser necessariamente um tripé, pode ser qualquer apoio fixo, desde que a máquina fique parada. Sem o tripé, em um ambiente escuro, é preciso aumentar o ISO para que a luz possa ser captada sem que a imagem não corra o risco de ficar tremida.

O objeto está se movendo?

Um objeto se movendo pede uma abertura muito rápida do obturador, para não ficar borrado. Neste caso, a velocidade do disparo não pode ser baixa, logo, é preciso aumentar a iluminação. Se isso não for possível, então é necessário usar um ISO mais alto para poder captar a cena da maneira desejada.




Geralmente isso acontece quando é preciso fotografar jogos ou atividades esportivas, como corridas ou partidas de futebol. Se for um ambiente aberto, de dia e com sol, provavelmente a luz seja suficiente para um ISO 100 ou 200. Caso contrário, se for noite ou um ambiente fechado, e você quiser imagens nítidas, aumente o ISO o quanto puder ou precisar.
Responda essas quatro perguntas e faça um balanço da situação até chegar a um número para o ISO que consiga satisfazer todas as suas necessidades. Lembre-se sempre de que, para a fotografia, o mais importante é bastante treino e muitas tentativas!






Conheça o símbolo secreto das câmeras fotográficas







Se você tem uma câmera DSLR, provavelmente já se deparou com um símbolo estranho (e aparentemente inútil) que fica posicionado entre o visor e o botão para seleção de modo de disparo. Se você é muito curioso, provavelmente deve ter corrido para o manual de instruções. Caso contrário, saiba que o ícone não é nenhuma marca misteriosa e sem propósito.
Eles descobriram que a marca nada mais é do que a indicação do local exato em que o sensor do equipamento está localizado dentro do corpo da câmera. A utilidade do símbolo seria apenas para fotografias macro, ajudando a determinar a distância exata entre o objeto e o plano focal.


Zoom ou aproximação real, o que é melhor?


Quando as máquinas fotográficas compactas com zoom, ainda na era das câmeras analógicas, começaram a aparecer no mercado, muita gente achou que não precisaria mais se deslocar até o objeto fotografado, bastaria aproximar a lente e bater a fotografia.

Fonte da imagem: Chris Dawkins
E, de fato, o zoom existe exatamente para isso. Mas, o que muita gente não sabe, é que existe uma grande diferença visual entre uma fotografia tirada com zoom e uma imagem com a mesma composição, mas que o fotógrafo se aproximou para bater. Veja exemplos e entenda qual a diferença entre usar o zoom e usar uma aproximação real.

Zoom ótico X zoom digital


Antes de qualquer coisa, é importante deixar claro que, neste post, vamos nos referir sempre ao zoom ótico, ou zoom real. Isto é, é a aproximação feita através da movimentação um jogo de lentes na objetiva da câmera.
O zoom ótico não prejudica a qualidade da imagem, já que ele é feito de maneira “analógica”, ou seja, aquilo que está sendo mostrado é exatamente o que a lente está enxergando. Já o zoom digital é feito quando a capacidade ótica se esgota, e é preciso ainda mais aproximação. O que ele faz é igual a dar o zoom em uma imagem no computador.




Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia


Isto é, ele aproxima a imagem artificialmente através de processos do sensor. A lente enxerga um cenário e o sensor aproxima esse cenário, “esticando” a imagem. Não existe a possibilidade de manter a qualidade da imagem quando se está usando esse tipo de recurso. No exemplo acima ,é possível ver a diferença, bem marcante, entre os tipos de zoom.
Portanto, quando você for comprar uma câmera nova e o vendedor falar que ela tem 3x de zoom ótico e 10x de zoom digital, não se deixe enganar! A aproximação real é apenas de três vezes, o resto é processamento do sensor e não resultará em imagens com qualidade.

Mudança de ângulo e perspectiva


Nós já falamos aqui sobre a profundidade de campo, que pode ser controlada regulando-se o diafragma e as regiões com foco. Porém, não é apenas o diafragma que tem influência nisso. O uso do zoom também tem uma ligação direta com a profundidade de campo, e em casos extremos, pode deixar a foto completamente “chapada”, isto é, dar a aparência de que os objetos estão todos muito perto.
Mas por que isso acontece? A explicação está na física, mas calma, se você não prestou atenção em todas as aulas de ótica, não precisa se preocupar, pois esse é um fenômeno fácil de ser entendido e sem nomes complexos ou cálculos. A maior diferença entre o zoom ou a aproximação real é o ângulo de visão da câmera, que diminui drasticamente com o uso desse recurso da lente. Veja a figura a seguir que exemplifica isso:




Os números medidos em “mm” são as distâncias focais, isto é, a capacidade de aproximação de uma lente. Quanto maior este número, maior a capacidade de aproximação, ou zoom. Na maior parte das câmeras, a distância focal de 50mm é equivalente ao que o olho humano enxerga, e representa a imagem “normal”.
Distâncias menores do que 50mm representam um “afastamento” da câmera em relação ao objeto, e distâncias maiores aproximam a cena, o popular “zoom”. Lentes com a distância focal muito pequena (chamadas de fisheye, ou olho de peixe, por causa do seu formato) distorcem a imagem, e são usadas de forma artística, principalmente por amantes da lomografia.





O que isso muda na prática?


Imagine que você vai fotografar algo, e no fundo da cena existe qualquer outro objeto. Você se coloca próximo ao que deseja fotografar e bate a foto sem usar o zoom. A distância aparente entre os dois objetos presentes na imagem, nesse caso, é semelhante a real, já que não houve alteração de ângulo.
Mas digamos que você não pode se aproximar tanto daquilo que deseja fotografar, e precisa utilizar o recurso do zoom. O que a câmera faz é fechar o ângulo de visão para se aproximar do que estiver mais perto, e isso faz com que a distância aparente entre os dois objetos seja drasticamente diminuída, parecendo que eles foram realmente aproximados. Veja isso na prática:




Quando é utilizado pouco zoom, isso é quase imperceptível, mas, em alguns casos, a foto muda completamente, principalmente se a distancia do objeto fotografado e dos objetos de fundo for grande.
Para entender melhor isso, pense que você está a dois metros de distância de uma pessoa e ela, por vez, está a 20 metros de distância do objeto do fundo, por exemplo. Se você se aproximar um metro, a distância entre você e a pessoa diminuiu pela metade, mas a distância entre a pessoa e o fundo permaneceu igual. O zoom não funciona dessa forma.
Usando a aproximação do zoom, se você estiver na mesma situação, a dois metros de alguém, e usar o recurso para ficar em uma distância aparente de um metro da pessoa, ele diminui todas as distâncias pela metade, parecendo assim que o objeto no fundo está muito maior, e, consequentemente, muito mais próximo da pessoa.




É claro que, muitas vezes, o zoom é a única alternativa e é preciso usá-lo. Nestes casos, preste atenção se isso não está prejudicando as distâncias aparentes e as perspectivas da sua imagem. Não é preciso, porém, ser muito rígido neste aspecto.
Essa dica serve mais para que você entenda o fenômeno e saiba o que acontece quando ocorrem distorções tão drásticas, mas não existe uma regra que proíba o uso do zoom. Se não tiver muito problema que as distâncias aparentes sejam alteradas, e você precisar mesmo usar este recurso, vá em frente, já que ele existe para ajudar e facilitar a vida do fotógrafo, e, por mais que essas distorções ocorram, ele não é nenhum vilão.
E lembre-se sempre de que, na fotografia, o melhor equipamento é aquele que você tem. Seja uma câmera compacta ou uma dSLR, o que importa é praticar sempre!















Sony RX1, compacta full-frame





A Sony lançou um modelo de câmera fotográfica de bolso que é o primeiro com sensor profissional — o produto é chamado simplesmente de Sony RX1. Por contar com esse “acessório” poderoso, a máquina consegue registrar imagens de grande qualidade, mesmo em ambientes com pouca luz.
A Sony RX1 pesa apenas 782 gramas e é um pouco maior do que um baralho de cartas — além de contar com lente 35 mm f/2.0 não removível e custar “apenas” US$ 2.800 (cerca de R$ 5.600, sem impostos). Dessa maneira, ela é um aparelho que promete praticidade e resultados excelentes — o que gerou muita curiosidade em diversas pessoas.
Por conta disso, a Sony disponibilizou através do Flickr algumas fotografias tiradas com o novo produto. Todas elas foram apresentadas na resolução máxima do aparelho, que é de 24,3 megapixels. Ficou curioso? Então confira as imagens no site: http://www.flickr.com/search/?q=sony+rx1



Como desfocar o fundo da foto

O que causa esse efeito na fotografia? Na verdade, essa variação de foco é causada pela profundidade de campo e, se você aprender a dominá-la, pode conseguir fotografias muito bonitas.


Fotografias de esporte usam o diafragma bem aberto, tendo como resultado uma pequena profundidade de campo. (Fonte da imagem: Flickr/Ryu Voelkel)


Como é explicado aqui, a profundidade de campo é alterada diretamente pela abertura do diafragma, sendo que, quanto mais aberto ele estiver, menor ela é. Quanto menor é a profundidade de campo, mais desfocado o fundo fica.
Imagine a cena que você está fotografando de um modo tridimensional: existem “camadas” de objetos e cenários, desde o que está mais próximo da câmera até o que está mais longe. Quando o diafragma está bem fechado (o que pede um tempo de exposição maior), a lente é capaz de focar objetos que estão distantes; já o contrário, quanto mais ele estiver aberto, menor é a distância da câmera para o primeiro objeto focado. Veja o exemplo:



Para controlar isso, é preciso uma câmera que tenha a configuração manual de abertura do diafragma, algo que, na maior parte dos casos, apenas as semi-profissionais e profissionais possuem. Porém, é possível emular este efeito com câmeras compactas através de dois modos de disparo: paisagem e macro.
O primeiro fecha a abertura do diafragma e procura focar o máximo possível a imagem, e o segundo faz exatamente o contrário: simula o efeito macro de maneira automática. Para usar o macro, você não precisa necessariamente de um objeto muito próximo da lente, porém, para que o efeito seja mais visível, isso é recomendado.




Para uma fotografia em macro dar certo, faça um teste: aperte o botão de disparo até a metade e veja onde está o marcador de foco na tela da sua câmera. Este marcador é parecido com uma “mira” e indica o ponto que a câmera vai medir ao tirar a fotografia.
Se ele estiver no centro, você pode apontar o centro da lente para o ponto que deseja focar, apertar o disparador até a metade e então, sem soltar o botão, mover a câmera para o enquadramento que você quiser. Isso torna possível que você tire fotos com o fundo desfocado sem necessariamente posicionar o objeto em destaque no meio da imagem.


(Fonte da imagem:Reprodução/Ana Nemes)







Mais megapixels em sua câmera, significa maior qualidade de imagem?

Escolher qual será sua nova câmera digital pode parecer uma tarefa muito simples. Quanto mais megapixels ela oferece, melhor é a câmera, certo? Errado. Esse é o famoso “mito do megapixel”, que vem sendo discutido e desmontado cada vez mais. 



Pixels, megapixels e resolução


Antes de entender qual é a importância da quantidade de pixels para uma imagem, precisamos entender o que são eles. Ao ampliar uma imagem no computador, observamos que ela é formada por milhares de quadrados. Esses pequenos quadrados somados resultam em uma imagem digital nítida, como você observa no exemplo abaixo:

Cada megapixel possui uma resolução, que é a quantidade de quadrados que temos na imagem – horizontal x vertical – e é através dela que podemos saber em quantos megapixels a foto foi tirada. Por exemplo, se uma foto tem resolução de 1772 x 1181 pixels, isso significa que ela foi tirada em 2.1 megapixels.
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E por que mais megapixels não significa maior qualidade de imagem?

A realidade é que a resolução de uma imagem não está diretamente ligada à sua qualidade. A imagem de uma câmera digital é feita como sabemos através de um sensor, que faz a captação de luz do objeto fotografado e vai transformar essa informação em pixels, gerando a imagem digital.

Câmeras profissionais ou semi-profissionais têm sensores melhores, maiores e mais complexos (até porque têm maior espaço físico para abrigar os sensores), e por isso produzem imagens melhores, mais nítidas e com cores mais vibrantes.

Por outro lado, câmeras compactas e de celulares têm sensores de qualidade inferior. Quanto mais megapixels o sensor é forçado a captar, mais calor ele produz, o que acaba gerando ruído na foto. 

Por mais que a resolução seja maior, com maior número de pixels, a qualidade da imagem é prejudicada, o que os fotógrafos chamam de “granulação”. Isso acontece pois o sensor não tem capacidade suficiente para captar tantos pixels com a mesma qualidade. 

Abaixo temos um exemplo de como o megapixel não indica qualidade de imagem. Todas as fotos foram feitas em 5 megapixels. A primeira foi tirada com uma câmera semi-profissional, a Sony H50. A segunda, com uma câmera compacta, também da Sony, a W120. E a terceira foto foi tirada com a câmera do aparelho celular DEXT, da Motorola:






As imagens têm o mesmo tamanho, aqui reduzidas para visualização completa, mas recortamos uma parte igual de cada e colocamos ao lado da foto. Nesta parte elas estão com 100% do tamanho original, e é clara a diferença de qualidade, principalmente em questão de cor e definição.

Ainda que todas as imagens tenham a mesma resolução, a diferença de qualidade entre elas é óbvia por conta da diferença entre sensores e lentes. Além disso, outras características como capacidade de definição de cor, tonalidade e contraste devem ser levadas em consideração.

Essas características são muito mais importantes do que a quantidade de megapixels que sua câmera oferece. A prova é que há muitas câmeras profissionais no mercado que não passam de 10 megapixels. 

Quando o megapixel faz a diferença.

A grande questão é que a quantidade de pixels de uma imagem não tem influência sobre a qualidade da imagem, mas sim sobre a ampliação que será possível realizar com ela. Ao fotografar em qualidade VGA (640 x 480 pixels) você tem a mesma qualidade visual de uma fotografia tirada com 3MP (2592 x 1944), se reduzidas ao mesmo tamanho. Observe as imagens abaixo:




Só é possível notar a diferença entre as imagens caso você amplie uma determinada parte. No exemplo abaixo podemos ver que só a partir da ampliação notamos que a primeira imagem foi tirada em maior resolução do que a segunda:

 


Mesmo assim, as câmeras digitais compactas e as câmeras disponíveis em aparelhos de celular têm captação de imagem bem menos poderosa do que uma DSLR, que é uma câmera digital profissional. 


Outro fator importante é saber que uma ampliação de foto simples - 15x10 cm - precisa de apenas um megapixel para ser impressa com qualidade. 

O marketing em cima dos números.


As empresas fabricantes de câmeras digitais vendem seus produtos passando para o consumidor a ilusão de que quanto maior o número de megapixels, maior a qualidade do aparelho e isso justifica, assim, um preço maior. Isso acaba gerando um padrão de que maior número em tecnologia significa um produto mais eficiente, o que nem sempre é verdade. 


Além disso, não se deve diferenciar as câmeras digitais pela quantidade de megapixel, uma vez que um megapixel a mais ou a menos tem um resultado final insignificante. Para realmente fazer a diferença, é necessário ter uma diferença de no mínimo 4 MP entre uma câmera e outra.


Enquanto aparelhos profissionais têm capacidade de sensor, lentes e captação de cores cada vez melhor, a fabricação de câmeras compactas está preocupada em melhorar a maquiagem digital da foto. 

E afinal, que câmera comprar?

Ao buscar uma nova câmera, tire a quantidade de megapixels que ela suporta do primeiro item da sua lista. Analise antes a qualidade do sensor de captação de imagem, a nitidez e definição de cores da foto que ela produz, a variação do ISO, a lente que ela possui e sua distância focal – bem importante para quem gosta de fotografar objetos pequenos e detalhes. 

E mais do que isso: pesquise bastante. Busque resenhas na internet, opiniões de compradores e junte o máximo de informação que puder. Lembre-se de que quem faz a foto é você, mas quanto melhor o equipamento em mãos, melhores serão suas imagens.